" domingo, 4 de outubro de 2009
A Cabana
" | Reacções: |
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Au pays de silène...
Um pequeno livro de poesia francesa: sincera, clara, divina. Ando dedicada à poesia... que bom! | Reacções: |
terça-feira, 29 de setembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Poesia
Pousa devagar a enxada sobre o ombro
| Reacções: |
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Um Leão chamado Christian
| Reacções: |
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Cultivar as crianças com leituras
e ouvir cantar e contar histórias, elas tornar-se-ão gradualmente fiéis amantes da leitura, compreendida como um valor, e intervenientes empenhadas no seu meio envolvente, privilegiando o bem comum em detrimento do egoísmo, que perturba o contacto fraterno com o próximo."in A Arte, Mestra da Vida, p.26.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
A Obsessão do Fogo

Valorizemos o livro e as bibliotecas.
| Reacções: |
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
A Arte, Mestra da Vida
Sinopse: "Este livro resulta do desejo de partilhar com o leitor reflexões e preocupações sobre a escola e a sua função milenar de preparar para a vida, implicando naturalmente o Conhecimento, a Cultura e a Arte, bem como a componente Formativa, na certeza da verdade humanista, enunciada por Séneca, de que cada um de nós ao ser útil aos outros é útil a si mesmo. Daí a relevância dada à relação ensinar-aprender, geradora de uma gratidão recíproca, profundamente marcada pela alegria desse encontro, que o tempo dificilmente apagará.""Toda a aprendizagem requer a harmonia entre o passado, presente e futuro, implicando uma estreita relação entre ensinar e aprender." p.30
| Reacções: |
domingo, 20 de setembro de 2009
e se Obama fosse africano e outras interinvenções
os anos. São textos de reflexão crítica de um autor de ficção que, ao mesmo tempo que reinventa o seu universo, não abdica da sua missão de pensar o mundo. As intervenções abordam temas que vão da política à literatura, da cultura à antropologia, mas todos eles confirmam como o escritor moçambicano faz da sensibilidade poética um modo de entender a complexidade do nosso tempo."Deixo-vos com alguma citações que espero vos possam aguçar o espírito...
| Reacções: |
sábado, 19 de setembro de 2009
O Plano Nacional Leitura e a Gripe A
1. Chegar a um elevado número de professores /educadores que utiliza a rede digitaldo Plano Nacional de Leitura na preparação das suas aulas, para a divulgação dasformas de prevenir a Gripe, de uma forma lúdico‐pedagógica, adequada às crianças de diferentes grupos etários, através de histórias e canções feitas por autores portugueses;
Plano Nacional de Leitura / Biblioteca Digital
| Reacções: |
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
O meu livro - Da Decadência à Regeneração: Jacinto e o percurso de auto-descoberta em A Cidade e As Serras
Eça de Queiroz, “A Decadência do riso”, in Notas Contemporâneas, Lisboa, Edição “Livros do Brasil”, 2000, pp.165-166.
«Por uma empatia muito especial; percorri viagens nos romances e contos de Eça de Queiroz, não só em busca de prazer, mas principalmente em busca de algo que me despertasse uma curiosidade muito especial.
Desta maneira, iniciei uma longa caminhada sempre na companhia de personagens marcantes da obra queirosiana.
Naveguei com Teodorico até à cidade Santa, Jerusalém, em busca de A Relíquia para a sua querida Titi. Enjoei nos paquetes com Teodoro até à China em O Mandarim. Emocionei-me com os amores trágicos que envolveram o Padre Amaro e Amélia em O Crime do Padre Amaro, Luísa e Basílio em O Primo Basílio, Carlos Eduardo e Maria Eduarda em Os Maias, Vítor e Genoveva em A Tragédia da Rua das Flores. Visitei A Capital com Artur. Entediei-me na cidade de Paris, percorri as serras de Tormes e redescobri o riso com Jacinto em A Cidade e As Serras. Descobri a Torre de Gonçalo em A Ilustre Casa de Ramires. Sonhei e viajei em Os Contos, e por fim, descansei em “Um dia de chuva”.
Com estas leituras, o meu apreço pela escrita deste autor do século XIX cresceu e foi assim que a minha peregrinação à descoberta de uma simples palavra como o “bocejo” se iniciou. »
Um trabalho teórico que espero que seja útil para todos os que sofrem de "ecite".
| Reacções: |
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Importante é saber cultivar a amizade...
A amizade denota isto tudo... 
| Reacções: |
terça-feira, 15 de setembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
La Goutte d'Or - símbolo do efémero
e nem sempre são do agrado dos leitores que buscam nos livros matéria para fruição ou simplesmente para descoberta de valores e sentimentos de personagens. Não é um livro de compreensão e interpretação fáceis, pois obriga-nos a constantes apelos à nossa enciclopédia dos tempos académicos, em que as discussões sobre temas transcendentes e pouco claros eram acaloradas e sem quaisquer conclusões. Mas aquilo que lemos também deve, muitas vezes, surpreender-nos e dar-nos outras visões, outras formas de ver o mundo, seguindo o olhar do narrador e articulando com conceitos que nem sempre são abstractos, à primeira vista.O título do romance, La Goutte d’Or, joga com a polissemia: designa uma rua do bairro árabe em Paris (e assim terá um carácter mais antropológico) onde sobressaem os ritos de uma tribo do Sahra, imigrantes em França; por outro lado, representa a mulher de uma forma singular - loura ou morena, mãe ou prostituta, mas sempre com a dicotomia da maldição ou da sorte; neste romance a “gota de ouro” é uma jóia que encarna a tradição dos saharianos. É uma jóia do oásis que pertencia à bailarina Zett Zobeida, constituindo um valor de antídoto em relação à fotografia perdida de Idriss, que foi tirada, à socapa, por uma turista loura.
Resumindo: “Donne-moi la photo.”, frase pronunciada por Idriss quando guardava as suas cabras e ovelhas nas imediações do oásis de Tabelbala. Nesse momento um Land Rover surgiu e uma mulher loura tirou uma fotografia ao jovem pastor sahariano. Ela promete enviar-lha logo que chegue a Paris. Idriss esperou em vão. A sua imagem (que na sua crença lhe foi roubada) nunca lhe foi restituída. Mais tarde, quando ele parte para a Europa e vai até Paris em busca de trabalho, sentir-se-á obcecado (como alguém que imagina uma outra vida dupla de si próprio) pelas imagens que vai criando e que não consegue reconhecer-se como figura central das situações que acontecem. Perdido num “palácio de miragens”, acaba por cair no ridículo até se encontrar com a necessidade de escrever (a sua libertação).
Apenas o signo abstracto (o da escrita) o libertará da tirania da imagem, ópio da civilização ocidental.
Um romance sobre a nocividade da imagem e da fotografia. Escrito por volta de 1986 a propósito dos costumes e crenças dos magrebinos, mas actualíssimo quanto à mensagem que encerra na sua polissemia e constante sentido metafórico. Retrata os valores da sociedade contemporânea em que o “culto do eu” impera, mas a nada conduz. Aconselho, mas com alguma prudência, devido às partes mais descritivas e filosóficas das situações que são apresentadas, obrigando o leitor a uma releitura constante para conseguir entrar no âmago daquilo que o narrador pretende transmitir-nos.

Terminamos as férias com "gotinhas de ouro". Mas este é um ouro que não irá "ofuscar-nos". A nossa comunidade de leitores é de ouro! Temos partilhado e iremos continuar a partilhar. Nós estamos constantemente a descobrir pequeninas pepitas de ouro (a cultura). Não concordam comigo?
| Reacções: |
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
a temática da segunda grande guerra mundial. | Reacções: |




