segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Hoje estou a ler... A Declaração dos Direitos Humanos


Artigo 26.º

1. Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional deve ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.

2. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.

3. Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Nunca Desista dos Seus Sonhos

Um livro para as pessoas que sonham, as que não sonham e as que por alguma razão, desistiram de sonhar. Não se trata dos sonhos que temos quando dormimos e sim dos projetos que temos, das metas que traçamos e dos objetivos a serem alcançados. As pessoas bem sucedidas na vida tiveram sonhos e acreditaram neles. É preciso ter sonhos. Sem sonhos não há conquistas, não há realizações. Sem sonhos não se chega a lugar algum. Mas não adianta sonhar e não lutar para tornar os sonhos realidade, porque sem luta não há vitória. Esse livro fala sobre a importância de ser um sonhador, o autor coloca em destaque um homem que foi um dos maiores sonhadores da humanidade, JESUS, relata ainda que o maior colecionador de derrotas foi ABRAHAM LINCON que lutou muito e conseguiu vencer por seus sonhos.

O autor faz uma análise de quatro personagens, sendo três históricos: Jesus Cristo, Abraham Lincoln e Martin Luther King, e o 4º (quarto), ele mesmo.

Autor: Augusto Cury é psiquiatra, psicoterapeuta, escritor e cientista. Desenvolve em Espanha pesquisa em Ciência da Educação e, após a construção da teoria de Inteligência Multifocal, continua a desenvolver estudos sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos. Dirige a Academia da Inteligência no Brasil, um instituto de formação para psicólogos, educadores e outros profissionais, e actualmente os seus livros são usados em pesquisas de pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Humanas.

À sua actividade, alia ainda a participação em congressos e conferências em diversos pontos do mundo, onde os seus livros estão publicados.

Mais um livro fabuloso de Augusto Cury...

É um livro que nos abre horizontes e nos faz questionar as razões da vida... De fácil leitura, ficamos agarrados às páginas com sede de mais letras e de mais palavras...

Sonhar é bom, muito bom... Façamos com que a vida seja a realização dos nossos sonhos!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A Casa dos Sete Pecados

Título: A Casa dos Sete Pecados
Autor: Mari Pau Domínguez
Título Original: La Casa de Los Siete Pecados
Tradução: Mário Bruno Cruz e Antonella da Silva
N.º de Páginas: 320
Colecção: Grandes Narrativas N.º 477
PVP: 16,90€
Data de Publicação: 2 de Setembro de 2010

Romance espanhol considerado “excelente” por José Saramago

Madrid, 1568. A morte de Isabel de Valois leva o rei Felipe II a aceitar desposar a sobrinha, Ana de Áustria, com o objectivo de garantir ao reino um filho varão. Porém, sinceramente abalado pela morte da rainha, Felipe não encontra consolo nos braços da nova esposa mas sim nos da jovem aia das suas filhas, Elena Méndez. Na sua condição de soberano da monarquia mais poderosa do seu tempo, Felipe sabe que qualquer passo em falso pode ter consequências imprevisíveis, mas, dividido entre o desejo e a culpa, toma uma decisão que acabará por se revelar trágica e por mudar para sempre todos os envolvidos…

Sobre a autora:
Mari Pau Domínguez é escritora e jornalista, tendo ao longo da sua carreira trabalhado, entre outros meios, para a TVE, Telemadrid e para a cadeia SER. Colabora regularmente com a revista Yo Dona. É autora de vários livros, tendo o mais recente, A Casa dos Sete Pecados, sido galardoado com o Prémio Caja Granada de romance histórico.

Citação:
«Um rigor histórico inexcedível, o talento narrativo e o poder de criar atmosferas da autora conduzem o leitor, sem pausas, da primeira à última página. Um romance excelente.» - José Saramago

Consegui, durante as interrupções lectivas, encontrar um tempinho para ler por PRAZER... sem ser todos aqueles livros que tenho de ler por "obrigação" para acabar o meu trabalho...

Pois bem, recebi este Natal, de uma pessoa muito especial, este livro de Mari Pau Domínguez... Interessante, Cativante... No entanto não o achei "excelente"... Gostei o suficiente para conseguir chegar ao fim mas, não será um livro que irei recordar durante muito tempo. Contudo, tenho de lhe dar mérito pelas descrições históricas que enriquecem a cultura geral de qualquer um...

Para os apaixonados por História e Romances de Alcova... Gostei...

Até breve Amigos!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Pedagogia da convivência

Tenho andado fugida, eu sei... muitas desculpas por isso... muitas são as obras que tenho lido mas todas elas de carácter académico... sempre que possa vou tentar voltar a este espaço para deixar algumas sugestões dessas leituras mais do que algumas reflexões...
Beijos para todos.

Pedagogia da Convivência
Uma obra relevante... aconselho a sua leitura.

Autor: Xesús R. Jares

ISBN: 978-972-8562-43-4
pp. 246

"Este livro surge da experiência pessoal do autor como professor, formador de formadores, criador e coordenador de programas de convivência, investigador, mediador e pai. É, pois, um livro que tem por base a experiência reflexiva, a investigação e a intervenção em diferentes contextos educativos. Livro destinado fundamentalmente aos professores de todos os níveis educativos, aos pais e às mães, Pedagogia da Convivência é um convite ao dialogo, à reflexão critica e à intervenção global sobe um tema essencial para o nosso modelo educativo e social, ao mesmo tempo que tenta demonstrar que é possível e necessário educar para a convivência a partir de critérios democráticos. O primeiro capítulo indaga sobre os marcos e conteúdos da pedagogia da convivência – respeito, direitos humanos, ternura, dialogo, solidariedade, perdão, esperança, etc. –, assim como sobre os seus factores desagregadores – o ódio, os maniqueísmos, os fundamentalismos, o medo, etc. –. No segundo, expõem-se os principais resultados da investigação “Conflito e convivência nas centros educativos do secundário (1)”, que pretende responder a duas perguntas fundamentais, de que forma professores e alunos percepcionam as situações de convivência e de violência nas suas escolas? E que estratégias e espaços reconhecem como serem utilizados para melhorar estas situações?

Os capítulos que se seguem situam-se no âmbito das propostas e experiências. No terceiro apresentam-se, a partir de uma perspectiva global e integrada, diversas propostas para as diferentes campos da acção escolar. No quarto aborda-se a experiência relativa à criação do serviço de mediação numa escola secundária (1). O quinto e último capítulo é dedicado ao papel das famílias na educação para a convivência. Nesse mesmo capítulo se coloca a questão sobre as razões do desencontro família - escola, os erros cometidos na educação familiar e se apresentam algumas propostas para converter as famílias no primeiro laboratório de resolução não violenta de conflitos desde os primeiros anos de idade".

segunda-feira, 12 de julho de 2010

LIBERDADE

Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
estudar é nada.
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
como tem tempo, não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...

Fernando Pessoa

quarta-feira, 7 de julho de 2010

V Feira do Livro MAIA

16.30h – Encontro/apresentação "A nuvem ou o sonho de ser almofada" de Cristina Bernardes – Infanto-juvenil e comunidade em geral.

Uma história encantadora sobre Oceana, uma nuvenzinha muito especial que tinha o sonho de se tornar almofada... No final, Oceana transforma-se na almofada de Serena, uma menina que vive num orfanato e que não tinha a sua própria almofada. Felizes, deixaram de estar sozinhas e passaram a ter-se uma à outra.
 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Teatro: A Nuvem ou o Sonho de ser Almofada



A revista Visão (de 27 de Maio a 02 de Junho) divulga o teatro A Nuvem ou o Sonho de ser Almofada, que vai ser realizado pelos alunos do 1º ciclo do ensino básico do Colégio da Imaculada Conceição de Lamego, no Teatro Ribeiro Conceição de Lamego, nesta quinta-feira 03 de Junho à tarde.

Convidamos toda a comunidade a estar presente neste evento.

terça-feira, 25 de maio de 2010

CONVITE

A Papiro Editora, a Câmara Municipal de Baião e a autora Cristina Bernardes têm o prazer de convidar V. Exa. a estar presente na apresentação do livro Da Decadência À Regeneração - Jacinto e o Percurso de Auto-Descoberta em a Cidade e as Serras que terá lugar no dia 29 de Maio de 2010, pelas 21h30 no Auditório Municipal da Câmara Municipal de Baião, Praça Heróis do Ultramar, Campelo, Baião.

Apresentação da obra a cargo de Dra. Ana Lúcia Baptista e alunos do Colégio da Imaculada Conceição de Lamego.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ave Maria

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A Maior Flor do Mundo


domingo, 2 de maio de 2010

Amor-perfeito

Domingo é Dia da Mãe
E eu quero surpreendê-la
Logo pela manhã, ao vê-la,
E mostrar-lhe o meu amor
Entre gestos e enleios,
Com pureza e sem rodeios.

Já lhe comprei um livrinho
Que ela gostava de ler
E que eu fiquei a saber
Nas conversas de nós duas sobre leituras,
Momentos de cumplicidade e carinho,
De partilhas e tonturas, que loucuras!...

Mas também quero dar-lhe uma flor.

Entro na florista e anuncio com ardor:
- Queria uma flor para a minha mãe!
- Talvez uma rosa vermelha ou amarela...
- Não, não é uma flor para ela,
A rosa tem muitos espinhos
E minha mãe não os quer nos meus caminhos.
- Se calhar, uma açucena doce e perfumada...
- Também não, é bastante insegura e algo desmaiada.
- Bom, e as violetas? São flores selectas!
- Não, essas não! Parecem-me tristes e obsoletas.
Então, a florista diz, com voz agastada:
- Já não sei que flor possa ser adequada!
E eu disparo num lampejo, num segundo:
- Para a minha mãe,
Com todo o amor dentro do seu peito,
Um amor ímpar, assim tão profundo,
Só poderá ser um Amor-perfeito!

Lídia Valadares

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O acto de ler - reflexão

"O acto de ler é em si mesmo uma maravilha.
O cérebro de cada novo leitor possui a extraordinária capacidade de se auto-organizar, para poder compreender símbolos escritos "

Maryanne Wolf

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Amanhã é o Dia Mundial do Livro

" A leitura de um bom livro é um diálogo incessante; o livro fala e a alma responde. "  

André Maurois

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Nunca é demais relembrar...

sábado, 3 de abril de 2010

Feliz Páscoa