segunda-feira, 13 de abril de 2009

Comer, Orar, Amar

Sinopse: "Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.
Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo - sozinha. Comer, Rezar, Amar é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. "Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas", explica.

Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.

Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor."
Não foi o melhor livro que li este ano, aliás, comecei a ler... larguei-o, li outros entretanto, mas depois algo despertou a minha atenção e acabei-o num instante.
A verdade é que a primeira parte que se refere à acção que se desenrola em Itália - " comer" - foi para mim, demasiada morosa. A segunda parte, na Índia - "orar" - foi muito mais interessante e aliciante assim como a terceira parte da obra - "amar" - temos direito a um amante, falante da língua lusa.
Não é um romance com acções que nos prendem uma atrás das outras, todavia é de leitura agradável e simples. Acho que esta auto-biografia deve ser saboreada naqueles momentos em que a nossa "Alma" pede umas leituras mais leves, sem grandes intrigas e sem grandes enredos.
Nota: 7/10

3 comentários:

Janaína Moraes disse...

Comecei a ler este livro em e-book. Adorei, mas desisti por cansar demais as vistas e não sentir o cheiro de poeira das páginas, o tilintar das páginas virando.
Mas calma, ainda vou lê-lo, em mãos...

Bjo

Miar à chuva disse...

Para ser sincera, este livro nunca me captou suficientemente a atenção. Mas gostei de ler a tua opinião e irei espreitá-lo na próxima vez que o vir.

Maria Manuela disse...

Este é um dos livros que já está na minha estante a aguardar para ser lido. Como tinha ouvido boas críticas dele, aproveitei um desconto de 30% no Continente e comprei-o.
Mas agora, depois de ter lido o teu comentário, estou com sérias dúvidas se este será ou não um dos próximos livros a ler...

Continuação de boas leituras