Sinopse: "Alemanha, ano 799. Carlos Magno, em vésperas de ser coroado imperador do Ocidente, encarrega Gorgias, um ilustre escriba bizantino, da tradução de um documento de vital importância para o futuro da Cristandade. O trabalho deverá ser executado no mais absoluto segredo. Entretanto, Theresa, filha de Gorgias e aprendiz de escriba, é falsamente acusada de um crime e procura refúgio na cidade alemã de Fulda, perdendo o contacto com o pai. Aí, conhecerá Alcuino de York, um frade britânico que investiga uma terrível epidemia que assola a população. Quando Theresa é informada do desaparecimento misterioso de Gorgias, ela e Alcuino embarcam numa aventura inquietante para o encontrar e infiltram-se numa teia conspirativa de ambição, poder e morte, em que nada nem ninguém é o que parece e da qual depende o futuro do mundo ocidental.Combinando o rigor histórico com uma prosa de ritmo trepidante, este romance de Antonio Garrido conduz o leitor por cidades, claustros e abadias medievais, num thriller apaixonante inspirado em factos reais."Ler este romance histórico foi um autêntico prazer.
Confesso que não ia com grandes expectativas; ultimamente nem tudo o que se tem escrito neste género literário tem sido de referência.
Todavia a leitura deste romance foi deliciosa, um thiller deveras apaixonante. As personagens são autênticas, sinceras, com defeitos e qualidades. Facilmente entramos na história com paixão. O enredo é fascinante, surpreendente e de difícil previsão... Adorei as descrições sobre os pergaminhos e sobre a árdua tarefa de ser escriba!
Um enigma que temos que decifrar até ao final do romance...
"Um romance histórico deve ser, antes de ser história, um romance. A documentação não é senão a ornamentação, o verniz que dá brilho às personagens, o invólucro que as legitima e as torna verosímeis."
António Garrido - p.552
4 comentários:
Ja li o livro e tambem gostei!
Tenho este livro na estante à espera de ser lido. Com o teu comentário ainda fiquei mais curiosa em pegar nele.
Fiquei indecisa em relação ao livro quando o vi.
Pensei que seria mais um livro. Com uma opinião favorável ao livro, poderá interessar-me futuramente.
Já agora, terá alguma coisa haver com a "Papisa Joana"?
Sou sincera Marcelina, não posso comparar, ainda não li a "papisa Joana".
Enviar um comentário