Sinopse: "A ideia para este livro surgiu com o filme "Sexo e a Cidade", onde aparece um livro romântico com cartas escritas por Beethoven, Byron e Napoleão. Essa colecção nunca existiu, mas as cartas eram genuínas. Agora já existe, e reúne algumas das cartas mais românticas alguma vez escritas, por homens como Mark Twain e Mozart, Robert Browning e Nelson. Para alguns, o amor é um delicioso veneno (William Congreve), para outros, uma mulher delicada e amável, num sofá à lareira, com livros e música (Charles Darwin). Às vezes o amor queima como o Sol (Henrique VIII), ou penetra no coração como gotas de chuva (Flaubert). Encontramos nestas cartas todas as "nuances" possíveis, desde a requintada eloquência de Oscar Wilde até à devoção simples de Robert Browning, passando pela tristeza, tão contemporânea, de Plínio, o Novo, que mergulha no trabalho para não pensar nas saudades que sente de Calpurnia, a sua mulher." Num post anterior sobre o tema do Amor, a nossa cara Isilda falava deste livro devido a uma carta de Eça de Queiroz à sua esposa... Sendo apaixonada por este autor e confiando cegamente nas sugestões da Isilda, comprei, li de um só trago e ADOREI.
O livro tem uma qualidade estética fantástica, capa dura com título em relevo, romantíco e sóbrio no seu interior, Ursúla Doyle teve a excelente ideia de recolher num só livro, cartas fantásticas escritas a mulheres (como todas nós) por homens loucamente apaixonados.
A leitura deste livro é muito fácil e deliciosa, cada carta tem uma pequena biografia do seu autor que permite ao leitor situar-se no tempo. Recomendo vivamente a todos os que estão apaixonados... aos que não estão também...
Nota: 10/10